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Visualização dos artigos postados o: 23/11/2008

DOENÇAS E CURAS

O corpo reflete a alma
Claudio C. Conti
Viver com saúde é um assunto que interessa a todos nós. Por isso é importante compreender como ocorre a organização celular no corpo físico. As informações contidas nas obras do autor espiritual André Luiz tratam da estrutura do perispírito e nos oferecem duas conclusões principais:
a) O corpo físico reflete o corpo espiritual que, por sua vez, reflete o corpo mental, detentor da forma. Em outras palavras, o Espírito elabora lentamente a sua forma, através das inúmeras experiências, desde o início da sua existência. Com isto, ele vai guardando todo o acervo no corpo mental, que transferirá a informação necessária para a formação do corpo espiritual.
Esta informação é completa em seus mínimos detalhes de conformação, servindo de molde para o corpo físico.
b) Durante o transcurso das suas existência, o Espírito ‘‘aprende” a dominar as células que, mesmo em forma muito rudimentar, são seres vivos, independentemente do organismo maior a que se encontram atreladas. Servem à estrutura orgânica em que se encontram, segundo orientação recebida.
O espírito controla a forma organizada, embutindo em cada célula o padrão de comportamento que lhe é correspondente para que possa cumprir a função que lhe é esperada.
Joanna de Ângelis coloca com extrema clareza que as patologias estão diretamente relacionadas ao estado mental do espírito, ao dizer: “Sendo a criatura humana constituída pela energia que o espírito envia a todos os departamentos materiais e equipamentos nervosos, qualquer distonia que a perturbe abre campo para a irrupção de doenças, a manifestação de distúrbios, que levam aos vários desconcertos patológicos, conhecidos como enfermidades..
No livro “O Ser Consciente”, Joanna de Ângelis lista vários fatores que causam o desequilíbrio neste fluxo de energia, ou seja, sentimentos comuns a tantos de nós, compatíveis com o nível evolutivo mediano das criaturas viventes neste mundo, segundo a Doutrina Espírita. Dentre os exemplos, destacamos:
a) O amor desenfreado e possessivo é o “grande demolidor das estruturas celulares”;
b) A angústia é “semelhante a densa carga tóxica que se aspira lentamente”;
c) O rancor é produtor de ácidos destruidores “que consomem a energia vital e abrem espaços intercelulares para a distonia e a instalação de doenças”;
d) O ódio é um dos “responsáveis por cânceres físicos, é a matriz das desordens mentais e sociais que abalam a vida e o mundo”.
De tudo o que foi exposto, poder-se-ia dizer que, devido às transgressões que todos cometemos durante nossas várias existências, o corpo mental, seguindo a Lei de Causa e Efeito, imprime ao corpo espiritual certos “pontos obscuros”. Em determinado momento da vida, esses pontos eclodem, dificultando a comunicação entre o Espírito e as células, propiciando, assim, uma degeneração comportamental daquelas células que não mais recebem o comando específico. Da gravidade destes pontos obscuros depender á também a gravidade da degeneração.
Ainda sob este prisma, é possível uma compreensão do efeito benéfico de práticas de meditação, que estimula a interação da mente com o organismo como um todo. Nos casos em que uma doença qualquer já esteja instalada, as práticas diárias de mentalização direcionadas ao problema específico produzirão um efeito benéfico em busca da cura.
Comparando a má comunicação entre a mente e a célula a uma ligação telefônica, fica mais fácil a compreensão do efeito da mentalização: quando a linha telefônica está sem ruídos, conversamos em um tom de voz normal. Contudo, quando existe alguma interferência nesta mesma linha, é necessário elevar o tom de voz até que a outra pessoa possa nos ouvir. Quanto maior o nível de ruído, mais alto será preciso falar.
Ao se considerar uma falha de comunicação espírito-órgão, será necessária maior ênfase neste processo que está deficitário. Portanto, a mentalização direcionada de um órgão saudável irá reforçar a informação, aumentando a probabilidade de atingir o destino.
Quanto maior a vontade e a persistência, maiores serão as chances de sucesso.
É necessário ter em mente que não existe determinismo absoluto. A encarnação é concedida para o aprimoramento do espírito, tendo este a oportunidade da reparação das transgressões cometidas.
Trata-se de um processo dinâmico, sendo possível, em uma única encarnação, minorar ou agravar a situação em que o espírito se encontra.

O jornal O APRENDIZ é uma publicação bimestral do CEMA - Centro Espírita Maria Angélica
Rua Odilon Duarte Braga, nº 240 - Recreio dos Bandeirantes . Rio de Janeiro - CEP 22.790-220 - CNPJ - 35.799.030/00001-94 www.cema.org.br
Telefone: (21) 2437-5947 - Distribuição interna
5.000 exemplares - Jornalista responsável: Gustavo Poli - DRT/RJ: 9019198
Ano 2 Nº 7 agosto-outubro 2003

Julio Natal · 15 vistos · 0 comentários
23 Nov 2008

CONSTRUINDO A PAZ

Sandra Salles

.O Reino de Deus está dentro de vós.
Jesus (Lc. XVII, 21)
Você já pensou em ser brando e pacífico?
Normalmente, desejamos a paz, mas esquecemos que não há paz sem esforço e dedicação para construí-la.
Vivemos angustiados pelos erros e perturbações de toda sorte. É o parente difícil que nos tira a “calma”, o chefe que não nos permite viver em harmonia, os companheiros de jornada que se mostram agressivos e incompreensíveis. Até mesmo os amigos estão sujeitos à discórdia conosco... Entretanto, todos queremos a paz. E esperamos ansiosamente pela mudança de nossos semelhantes...
Mas, se eles não mudarem, acomodamo-nos e ficamos aguardando a próxima encarnação, pois quem sabe Deus nos dará companheiros melhores...
Será possível viver em paz sem edificá-la? Será que a nossa harmonia dependerá do outro? E nossos talentos? Acaso não são instrumentos importantes para realizações maiores? Nossas virtudes são aquisições singulares e pessoais.
Deus, na sua infinita sabedoria, deu-nos a presença do outro, para que pudéssemos desenvolvê-las e exercitá-las. Sem o outro, não há aprendizado. E nossas conquistas espirituais, uma vez adquiridas, não se perdem jamais...
Enquanto buscarmos a paz fora de nós, não iremos encontrá-la. Se vier de fora, será aparente.
Uma vez cessada a circunstância que a estimula, deixará de existir... É a paz do mundo, transitória, enganosa e até mesmo imposta.
A paz legítima provém do coração feliz e da mentalidade de compreensão, trabalho e fé.
Crendo em Deus, não se turba, é permanente. E jamais será imposta, pois, para ser verdadeira, terá que ser construída no íntimo das almas, dia após dia, nas pequenas coisas, prometendo grandes colheitas.
Mais do que planejar e falar sobre a paz precisamos refletir sobre ela e agir com ela e por ela, exemplificando-a de tal forma que ela possa contagiar...
Muitas vezes acreditamos que somente alcançaremos a paz com grandes realizações.
Entretanto, a paz se consolida nas pequenas atitudes. Para construirmos a paz, precisamos nos comprometer com ela diariamente.
Tempestades, aflições, ansiedades, contrariedades são percalços do caminho. A irritação, a fuga, o desespero serão sempre maus conselheiros.
Melhor tentar asserenar o espírito e lembrar-nos de que nunca estamos sós. A espiritualidade amiga e sobretudo Deus, nosso Pai, reserva-nos soluções para todos os males. Acalmemo-nos, fazendo o melhor que pudermos na construção diária da paz e confiando em Deus.
Que o nosso alvo seja a Paz com Jesus e que ele nos abençoe...
.Enquanto longe Te buscava jamais Te encontrei...
... Um dia examinei minha alma e lá encontrei-Te enfim..
Tagore

O jornal O APRENDIZ é uma publicação bimestral do CEMA - Centro Espírita Maria Angélica
Rua Odilon Duarte Braga, nº 240 - Recreio dos Bandeirantes . Rio de Janeiro - CEP 22.790-220 - CNPJ - 35.799.030/00001-94 www.cema.org.br
Telefone: (21) 2437-5947 - Distribuição interna
5.000 exemplares - Jornalista responsável: Gustavo Poli - DRT/RJ: 9019198
Ano 2 Nº 5 abril-maio 2003

Julio Natal · 15 vistos · 0 comentários
23 Nov 2008

50 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

CAPÍTULO V: BEM-AVENTURADOS OS AFLITOS
ITEM 24: A VERDADEIRA DESGRAÇA
O espirito Delphine de Girardin, em Paris, em 1861, deu uma mensagem clara e profunda sobre a verdadeira desgraça para o homem, que ainda hoje, na prática, poucos conseguem entendê-la.
Difícil é para o homem imperfeito, que ainda só enxerga o que seus olhos materiais alcançam, que não sabe usar seus recursos espirituais para colocar-se acima dessa visualização material, elevar-se a planos mais altos, acima do mundo material em que pisa e respira, perceber e viver aqui, na Terra, na concepção da eternidade da vida, em toda a sua pujança e beleza.
Somos Espíritos imortais, viveremos eternamente! Nossas vivências materiais se constituem em um viver provisório, enquanto em desenvolvimento de todo o potencial que trazemos em nós, desde que fomos criados por Deus. Somos todos destinados à perfeição e à felicidade!
Para vivermos, em todos os instantes, dentro desta concepção da eternidade da vida, precisamos interiorizar dentro de nós as respostas que o espiritismo nos dá sobre quem somos, o que aqui fazemos, de onde viemos, para onde vamos.
Só então, seremos capazes de vivenciar no dia-a-dia, o mais possível, esta realidade da imortalidade, sabendo tudo interpretar, analisar, agir e reagir de acordo com ela, desde já, no presente.
Aí, essa mensagem torna-se entendida como possível de ser vivenciada.
A humanidade, em geral, considera verdadeiras desgraças a miséria, a morte de pessoas queridas, o credor impaciente, dores morais, a perda de bens materiais, o desemprego, o parente viciado em droga, a doença difícil, a traição, a falta de dinheiro, etc...
"Mas a verdadeira desgraça está mais nas conseqüências de uma coisa do que na própria coisa.” *
Para sabermos se uma coisa é boa ou má, precisamos analisar suas
conseqüências próximas e futuras.
As chamadas desgraças, como as citadas acima, podem levar o homem a fortalecer-se na fé em Deus, em si, nos outros, podem estimulá-lo a desenvolver determinadas habilidades, torná-lo mais sensível ao sofrimento alheio, torná-lo mais previdente no gasto do dinheiro, ganhar novos amigos, exercitar o perdão estimulá-lo mais ao trabalho, à convivência com pessoas de bem...
Podem, se analisadas sob a ótica da imortalidade do Espírito, ser consideradas como oportunidades de crescimento espiritual, como desafios a serem vencidos, como provas da justiça divina, no exercício da lei de causa e efeito.
A vida mansa, ociosa, sem problemas, sem assunção de responsabilidades e compromissos, dinheiro farto, saúde perfeita, podem ser grandes desgraças pelas conseqüências dolorosas e perigosas que podem acarretar ao Espírito imortal, preso apenas aos interesses materiais.
Escreve a autora da mensagem: "A desgraça é a alegria, o prazer, a fama, a fútil inquietação, a louca satisfação da vaidade, que asfixiam a consciência, oprimem o pensamento, confundem o homem quanto ao seu futuro. A desgraça é o ópio do esquecimento, que buscais com o mais ardente desejo."
Quando se busca o prazer, a alegria, o sucesso, o dinheiro, inconseqüentemente, sem pesar os efeitos, sem respeito aos direitos dos outros e a si próprio, na infringência da ética e da moral divina, está-se reservando para si, sofrimentos e desgraças, por longos períodos do viver eterno do Espírito.
A conscientização da pré-existência da alma, sua eternidade, sua evolução contínua, através das reencarnações, a destinação de perfeição e felicidade, bem compreendidas, entendidas, aceitas pela razão e pela sensibilidade , interiorizadas no íntimo do ser, tornam o homem capaz de viver, na compreensão real dos seres, das coisas, situações e acontecimentos da Terra, porque tem a visão vertical do caminho que persegue para a finalidade transcendental e gloriosa do seu destino.
Procuremos, pois, no entendimento das vicissitudes da vida na Terra, no discernimento das conseqüências dos atos e ações, não perder de vista a imortalidade da vida, com as responsabilidades de cada um de nós, em nosso desenvolvimento espiritual. Só assim, podemos fazer as escolhas corretas com o livre-arbítrio que Deus nos deu.
Leda de Almeida Rezende Ebner

Julio Natal · 19 vistos · 0 comentários
23 Nov 2008

A GÊNESE OS MILAGRES E AS PREDIÇÕES

OS MILAGRES E AS PREDIÇÕES SEGUNDO O ESPIRITISMO
ALLAN KARDEC
DEUS
Existência de Deus
Deus é a causa primária de todas a coisas, a origem de tudo o que existe, a base sobre que repousa o edifício da criação.Importa, pois, considerar-se esse ponto, antes de tudo..
Pelos seus efeitos é que se julga de uma causa, mesmo quando ela se conserve oculta. Isso é princípio elementar.
Nem sempre se faz necessário vejamos uma coisa , para sabermos se ela existe. Em tudo, observando os efeitos é que se chega ao conhecimento das causas.
Igualmente elementar e que de tão verdadeiro passou a axioma é o princípio de que todo efeito inteligente tem que decorrer de uma causa inteligente.
Se perguntassem qual o construtor de certo mecanismo engenhoso, esse computador, pôr exemplo, que pensaríamos de quem respondesse que ele se fez a si mesmo? Quando se contempla uma obra-prima da arte ou da indústria, diz-se que há de tê-la produzido um homem de gênio, porque só uma alta inteligência poderia concebê-la. . No entanto, reconhece-se que ela é obra de um homem pôr se verificar que não está acima da capacidade humana; mas, ninguém terá a idéia de dizer que saiu do cérebro de um idiota ou de um ignorante, nem, ainda menos, que é trabalho de um animal, ou produto do acaso.
Em toda parte se reconhece a presença do homem pelas suas obras. A Antropologia e a Arqueologia não provam a existência de seres humanos antediluvianos somente pela existência de fósseis humanos, mas também, com muita certeza, pela presença nos terrenos daquela época, de objetos trabalhados pelos homens. Um fragmento de vaso, um tijolo, uma arma, bastarão para se lhe atestar a presença. E, pela grosseria ou perfeição do trabalho, reconhecer-se-á o grau de inteligência ou de adiantamento dos povos que o executaram. Assim, se numa região habitada exclusivamente pôr selvagens descobrirmos uma estátua digna de um grande escultor, como Fídias, não hesitaremos em dizer que ela não é obra dos selvagens e sim de uma inteligência superior à deles.
Pois bem! se lançarmos um olhar em torno de nós mesmos, sobre as obras da Natureza, notando a providência, a sabedoria, a harmonia que presidem essas obras, reconheceremos que não há nenhuma que não ultrapasse os limites da mais portentosa inteligência humana. Ora, desde que o homem não as pode produzir, é que elas são produto de uma inteligência superior à Humanidade, a menos se sustente que há efeitos sem causa.
Aqueles que insistem em negar a existência de Deu a estes raciocínios oporão este outro:
"As obras ditas da Natureza são produzidas pôr forças materiais que atuam mecanicamente, em virtude das leis de atração e repulsão; as moléculas dos corpos inertes se agregam e desagregam sob o império dessas leis. As plantas nascem, brotam, crescem e se multiplicam sempre da mesma maneira, cada uma na sua espécie, pôr efeito daquelas mesmas leis; cada indivíduo se assemelha ao de quem ele proveio. O crescimento, a floração, a frutificação, a coloração se acham subordinados a causas materiais, tais como o calor, a eletricidade, a luz, a umidade, etc. O mesmo se dá com os animais. Os astros se formam pela atração molecular e se movem perpetuamente em suas órbitas pôr efeito da gravitação. Essa regularidade mecânica no emprego das forças naturais não acusa a ação de qualquer inteligência livre. O homem movimenta o braço quando quer e como quer; aquele, porém, que o movimentasse no mesmo sentido, desde o nascimento até a morte, seria um autômato. Ora, as forças orgânicas da natureza são puramente automáticas.
Tudo isso é verdade; mas essas forças são efeitos hão de ter uma causa e ninguém pretende que elas constituam a Divindade. Elas são materiais e mecânicas; não são de si mesmas inteligentes, também isso é verdade, mas, são postas em ação, distribuídas, apropriadas às necessidades de cada coisa pôr uma inteligência que não é dos homens. A aplicação útil dessas forças é um efeito inteligente, que denota uma causa inteligente"
A existência do relógio atesta a existência do relojoeiro; a engenhosidade do mecanismo lhe atesta a inteligência e o saber. Quando um relógio nos dá, no momento preciso, a indicação de que necessitamos, já nos terá vindo à mente dizer: aí está um relógio bem inteligente?
Assim também ocorre com o mecanismo do Universo
Deus não se mostra, mas se revela pelas suas obras.
A existência de Deus é, pois, uma realidade comprovada não só pela revelação como pela evidência material dos fatos.Os povos selvagens nenhuma revelação tiveram; entretanto, crêem instintivamente na existência de um poder sobre-humano. Eles vêem coisas que estão acima das possibilidades do homem e deduzem que essas coisas provêm de um ente superior à Humanidade. Não demonstram raciocinar com mais lógica do que os que pretendem que tais coisas se fizeram a si mesmas?

Denizart Castaldeli
Fevereiro / 2003
Julio Natal · 104 vistos · 13 comentários
23 Nov 2008

Cidade de DEUS?

página da juventude do CEMA

Sabe-se que o Espiritismo é uma religião moderna que trata de assuntos presentes na sociedade. Um exemplo bem claro e atual pode ser visto no filme Cidade de Deus, de Fernando de Meirelles, que desenvolve discussões tendo como ponto de partida as drogas.
A trama tem em seu contexto uma comunidade humilde vivendo em uma favela do Rio de Janeiro cuja o nome vem a ser o próprio título do filme. Nesta comunidade é retratada a evolução do crime desde os anos 60 até o atual tráfico de entorpecentes e todas as conseqüências trazidas com o mesmo como: violência, vício e até a inserção de crianças no mundo do crime.
A partir destas informações podemos entender que todos presentes em “Cidade de Deus” possuem o Livre Arbítrio (capacidade de escolher e responder seus próprios atos) de trilhar o caminho certo ou errado.
Infelizmente nenhum dos personagens do filme escolheu o caminho totalmente correto, pois até Buscapé (narrador e personagem central da trama do longa metragem) apesar de não entrar para o tráfico e trabalhar honestamente,financiava o mesmo de forma indireta pelo simples fato de comprar e usar drogas. Porém houve personagens que se comprometeram de forma mais grave como é o caso de Zé Pequeno, Cenoura, Bené e outros, seduzidos pela idéia de ganhar dinheiro fácil ou por influência de obsessores, acabaram cometendo crimes hediondos além induzirem outras pessoas ao uso de drogas o que agravava ainda mais suas situações no Plano Espiritual.
Isso tudo mostra que, segundo o Espiritismo ao se usar entorpecentes e se envolver na venda de narcóticos as pessoas se comprometem nessa vida, no Plano Espiritual e conseqüentemente em outras vidas.

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Julio Natal · 9 vistos · 0 comentários
23 Nov 2008